Os agentes abriram uma exceção e levaram até o Fórum Lafayette, no Bairro Preto, em BH, os seis integrantes da Galoucura que serão julgados nesta manhã. A paralisação é nacional em protesto ao veto do projeto de lei que concede porte de arma federal
Agentes penitenciários de Minas Gerais fazem uma paralisação de 24 horas nos serviços de escolta nesta quarta-feira em protesto ao veto da presidente Dilma Rousseff (PT) ao projeto de lei que concede porte de arma federal para os agentes. O movimento é nacional coordenado pela federação Sindical Nacional dos Servidores Penitenciários (Fenaspen). Além de Minas, funcionários de outros 14 estados também estão com algumas atividades paralisadas hoje.
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De acordo com o Sindicato dos Agentes de Segurança Penitenciaria do Estado de Minas Gerais (SINDASP-MG), serão feitos transporte de presos somente em casos de urgência e emergência. Os agentes abriram uma exceção e levaram até o Fórum Lafayette, no Bairro Preto, em BH, os seis integrantes da Galoucura que serão julgados nesta manhã. Segundo o sindicato, o caso tem grande clamor social e seria inviável impedir o júri que já foi adiado uma vez. Os presos já estão no tribunal aguardando início da sessão.
O sindicato disse que informou ao Poder Judiciário sobre a suspensão de escoltas para dar tempo de remarcações de audiências, porque os detentos não saíram das 132 unidades prisionais de Minas hoje. Em fevereiro os agentes vão se reunir novamente para discutir os rumos do movimento e ameaçam uma greve nacional.
A Subsecretaria de Administração Prisional (Suapi) está ciente da paralisação e informou que os serviços básicos das unidades prisionais no estado não sofrerão alteração. No caso de possíveis situações de emergência, a Suapi disse que está preparada para qualquer eventualidade.
O sindicato disse que informou ao Poder Judiciário sobre a suspensão de escoltas para dar tempo de remarcações de audiências, porque os detentos não saíram das 132 unidades prisionais de Minas hoje. Em fevereiro os agentes vão se reunir novamente para discutir os rumos do movimento e ameaçam uma greve nacional.
A Subsecretaria de Administração Prisional (Suapi) está ciente da paralisação e informou que os serviços básicos das unidades prisionais no estado não sofrerão alteração. No caso de possíveis situações de emergência, a Suapi disse que está preparada para qualquer eventualidade.
Luana Cruz- Jornal Estado de Minas
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